Considerado
um país emergente, atualmente o Brasil possui uma grande diferença em
relação aos países considerados 1° mundo, onde lá o desemprego aumenta a
cada dia, e a incerteza assombra muitas familias. Já aqui, nunca se
teve tantos empregos formais e a busca por pessoas qualificadas está
aumentando cada vez mais.
Serão 9 milhões de novas vagas de emprego até 2015, só em 2011 foram abertas mais de 2 milhões de postos de trabalho, algo nunca vivido antes. Com novos empregos, significa maior renda e mais consumo, tornando a economia mais ativa.
Porém, para conseguirmos suprir essa demanda existe muito a ser feito. Preencher as vagas com pessoas capacitadas é o primeiro desafio a ser enfrentado.
O Brasil possui um gargalo nacional na formação educacional que tem como reflexo as 8 milhões de pessoas ainda desempregadas, pessoas que são desqualificadas para suprir tal demanda e são deixadas de lado. O Brasil precisa acordar e perceber que a educação é primordial para a continuidade do crescimento do país.
O reflexo da economia mostra que além dos novos empregos, o Brasil precisa aumentar sua produtividade (aplicações de tecnologia, a gestão das operações, o nível de inovação e a formação educacional). Para uma comparação, de 2000 a 2008, o índice de produtividade da Coreia do Sul cresceu, em média, 7,4% ao ano. O da China, 5,2%, os dos Estados Unidos, 4,6%, e o da Argentina 3%. Enquanto isso, a produtividade brasileira evoluiu somente 0,9% por ano.
O Brasil nunca precisou tanto de investimentos em infra-estrutura, em tecnologias, diminuição fiscal e investimentos em educação. O futuro do Brasil depende das ações atuais e do verdadeiro comprometimento das pessoas com cargos públicos.
Ou crescemos e nos consolidamos como potência mundial ou ficaremos sempre como emergentes.
