Eu me sublevo com o bestial
pois ele não pensa.
Eu me sublevo com a suntuosidade
a ignorância de quem é uma ilha.
A sua égide blindada, filmada, digitalizada.
Não sou somítico, eu não preciso mais.
O seu soldo não mas me controla.
Sou judicioso, inócuo.
O passado e hodierno sim!
Não seja pusilânime, não recei.
Eu planjo por dentro.
Um dia não so eu irei amotinar.
Flávio Salviano